O município de São Miguel do Oeste já contabiliza 58 focos do Aedes aegypti, mosquito transmissor de doenças como dengue, chikungunya e zika. O número acende o alerta das autoridades de saúde para a necessidade de intensificar os cuidados e eliminar possíveis criadouros.
Do total registrado, 45 focos foram identificados em armadilhas instaladas pelas equipes de vigilância, outros três em pontos estratégicos, e mais 10 focos foram confirmados por meio do Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa).
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De acordo com o levantamento realizado nos bairros, a maior parte dos focos está relacionada ao acúmulo de lixo e materiais descartados de forma irregular, além de pequenos recipientes que acabam armazenando água parada.
Outro ponto que tem chamado a atenção das equipes é a presença de focos em bebedouros de animais, que muitas vezes não recebem a limpeza adequada e acabam se tornando ambientes favoráveis para a proliferação do mosquito.
A orientação é para que a população elimine qualquer recipiente que possa acumular água.