A política brasileira sempre ensinou a gente a pensar em dois polos. Direita de um lado. Esquerda do outro. E o resto que escolha um time.
Mas toda eleição tem um momento silencioso em que o jogo começa a mudar. Não é quando sai pesquisa. É quando as costuras começam fora do holofote.
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Ratinho Jr. e Ciro Gomes parecem improváveis juntos, e justamente por isso chamam atenção.
De um lado, um governador bem avaliado, com imagem de gestor e trânsito empresarial.
Do outro, um político experiente, com base no Nordeste e discurso firme contra o PT local.
Separados, cada um esbarra no próprio teto. Juntos, criam uma pergunta que ainda não está sendo feita direito: E se o centro voltar a ser competitivo no Brasil?
Não é sobre torcida. É sobre leitura de cenário. Rejeição alta, polarização cansada, direita fragmentada e um eleitor que começa a procurar algo que não grite, mas entregue.
A eleição de 2026 talvez não seja decidida por quem fala mais alto. Mas por quem entende o momento antes dos outros.
E você? Vê essa chapa como delírio… ou como um movimento que ainda pode ganhar forma?